
Ah!Esse vulcão insistente,
faz-me fêmea serpente.
Ensaiando erupção...
Estremeço!
Ah!Essas noites desatinadas,
meu corpo moreno,desfalece.
Desvairada... nudez escancarada!
Ah!Entrego minha carne em chamas,
com sofreguidão, e tu me acalmas.
E nesse momento...
Abrigo-te!
Ah!Esse desejo louco me consome,
Desconheço-me, estranha fome.
Corpos suados
...somos tatuagem!
Ah!Momentos insanos e nos amamos,
Gritos estridentes nos derramam.
Nesse quarto vermelho carmim
...volúpias!
Desejos desatinados... nos abrigamos!
Sandra Almeida

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